Tears, tears
Can't you solve my problem?
Set my heart free
Make me feel less broken?
Tears, tears
Thanks for being friends
Thanks for sharing love
And then my life begins
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Vulnerável
Vale à pena ser tão forte?
Indestrutível como pedra
Imutável como a morte?
Vale à pena ser tão duro?
O pensamento tão estático,
Inescrutável e seguro?
Quem falou da vulnerabilidade,
Disse que era ruim,
E criou outra verdade?
Quem disse pra não ser frágil,
Aberto como uma ferida
E com isso tudo, sábio?
Quanto custa sua dureza?
Não é mais nobre ser humano?
Quem fabrica a sua beleza?
Mostre o rosto atrás do pano.
---x---
Nesta madrugada, penso na vulnerabilidade. Me despindo do mal sentido da palavra, penso na capacidade de alguém de se moldar a novas ideias. De construir novas esperanças. De renovar suas expectativas. De ouvir a todos. De amar a vida.
Quanto mais se aprende, mais deve-se estar pronto a buscar outros ensinamentos. A construção de convicções diárias deve reconhecer que está sujeita à sua derrubada. A mente imutável tende à solidão, ao isolamento, ao choro da madrugada. É consolada pela sua própria verdade, sua própria esperança. Somente sua, e somente uma esperança. Pois nada se sabe dessa vida. Certeza se tem, quando se vai.
Indestrutível como pedra
Imutável como a morte?
Vale à pena ser tão duro?
O pensamento tão estático,
Inescrutável e seguro?
Quem falou da vulnerabilidade,
Disse que era ruim,
E criou outra verdade?
Quem disse pra não ser frágil,
Aberto como uma ferida
E com isso tudo, sábio?
Quanto custa sua dureza?
Não é mais nobre ser humano?
Quem fabrica a sua beleza?
Mostre o rosto atrás do pano.
---x---
Nesta madrugada, penso na vulnerabilidade. Me despindo do mal sentido da palavra, penso na capacidade de alguém de se moldar a novas ideias. De construir novas esperanças. De renovar suas expectativas. De ouvir a todos. De amar a vida.
Quanto mais se aprende, mais deve-se estar pronto a buscar outros ensinamentos. A construção de convicções diárias deve reconhecer que está sujeita à sua derrubada. A mente imutável tende à solidão, ao isolamento, ao choro da madrugada. É consolada pela sua própria verdade, sua própria esperança. Somente sua, e somente uma esperança. Pois nada se sabe dessa vida. Certeza se tem, quando se vai.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Aprendendo
Aprendendo. Não se escreve sem vontade. Não se escreve por hábito. Não se escreve porque algo novo aconteceu. Todos os dias acontece algo novo, sem exceção. Não se escreve com interrupções. Pausas, idas e vindas, intervalos para um café. Se escreve olhando para o teto, para a cama, para o céu. Às vezes, para lugar algum, mas nunca pra onde não se tem motivo. O teto deve dizer algo, a cama deve dizer algo, o céu, também. Lugar algum, esse precisa falar.
O coração salta inconstante por um momento e você capta a mensagem, esse momento não pode ser perdido. O silêncio no meio dos falantes lhe grita a verdade, esse momento não pode ser perdido.
No instante em que escrevo, não posso perder o que se passa. Meu melhor amigo me poupará da sua presença diária que me acompanhara por 1 ano e meio, tempo em que nos conhecemos na faculdade. É uma amizade simples, baseada em coisas simples, palavras simples. Outro dia posso lhes falar. Mas por fim ele assumiu a certeza de que não era tão apaixonado pela Biomedicina assim, e irá atrás do que sempre lhe cutucou o coração. Devia ser um incômodo na garganta assim como o meu, que a gente leva à toa, mas permanece lá. É como um muro imenso em um corredor sem fim. Você permanece adiante, firme, a frente. Uma hora você olha para o lado e ele está lá, intacto. Uma hora você o quebra, você o escala, você se descobre. Uma hora a gente se entende. A gente assume o engasgo.
Esse deve ser um ano de assumidas, então.
Esse deve ser um ano de assumidas, então.
Assinar:
Postagens (Atom)
